Outro dia fui comprar um livro para dar de presente para uma amiguinha do Pedro e tive uma bela surpresa. Vida de Boneca, de Luciana Rigueira, com as ilustrações delicadas de Elizabeth Teixeira, editada pela Paulinas, é livro de menina e foge da temática princesas e fadas. Eu que não tive a minha Branca e já me desfiz das minhas bonecas, fiquei até emocionada lendo, na livraria mesmo, o texto da minha xará Luciana sobre a boneca que passa de uma menina crescida para uma menina pequena. Lembrei do meu boneco preferido - o Marco Antônio - um francesinho, dado pela minha tia-avó Ana Maria, que era lourinho de cabelos cacheados, tinha olhos azuis e bochechas rosadas. Ele foi o único brinquedo do qual não me desfiz e ficou rolando na casa da minha mãe por anos, até que, um dia, o meu cachorro, Travolta, deu uma roída nas mãozinhas fofas dele. Fiquei em choque como nos dias em que meus irmãos o amarravam na corda da cortina e o jogavam, simulando um balanço, na parede. O Travolta tinha que ter escolhido logo meu boneco! Mas salvo da fúria de cachorro bebê, o Marco Antônio ainda ficou comigo por muito tempo até que, um dia, sem que eu percebesse, sumiu. Para seu lugar chegaram o Pedro e o Antônio, os dois de cabelos cacheados, um moreninho, outro lourinho, de olhos furta-cor e bochechas rosadas. Sempre que lembro do Marco Antônio, penso na coincidência de meus filhos serem tão parecidos com ele.
Mostrando postagens com marcador Luciana Rigueira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Luciana Rigueira. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Livro de menina para encantar mulheres
Outro dia fui comprar um livro para dar de presente para uma amiguinha do Pedro e tive uma bela surpresa. Vida de Boneca, de Luciana Rigueira, com as ilustrações delicadas de Elizabeth Teixeira, editada pela Paulinas, é livro de menina e foge da temática princesas e fadas. Eu que não tive a minha Branca e já me desfiz das minhas bonecas, fiquei até emocionada lendo, na livraria mesmo, o texto da minha xará Luciana sobre a boneca que passa de uma menina crescida para uma menina pequena. Lembrei do meu boneco preferido - o Marco Antônio - um francesinho, dado pela minha tia-avó Ana Maria, que era lourinho de cabelos cacheados, tinha olhos azuis e bochechas rosadas. Ele foi o único brinquedo do qual não me desfiz e ficou rolando na casa da minha mãe por anos, até que, um dia, o meu cachorro, Travolta, deu uma roída nas mãozinhas fofas dele. Fiquei em choque como nos dias em que meus irmãos o amarravam na corda da cortina e o jogavam, simulando um balanço, na parede. O Travolta tinha que ter escolhido logo meu boneco! Mas salvo da fúria de cachorro bebê, o Marco Antônio ainda ficou comigo por muito tempo até que, um dia, sem que eu percebesse, sumiu. Para seu lugar chegaram o Pedro e o Antônio, os dois de cabelos cacheados, um moreninho, outro lourinho, de olhos furta-cor e bochechas rosadas. Sempre que lembro do Marco Antônio, penso na coincidência de meus filhos serem tão parecidos com ele.
Assinar:
Postagens (Atom)