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sábado, 7 de maio de 2011

A gente se encontra na Flist!

Maio é o mês da Festa Literária de Santa Teresa (Flist) que nós dá mais uma boa razão para ir ao bucólico bairro, de onde se têm, entre outras atrações, a melhor vista do Rio. A Flist está em sua terceira edição e é promovida pelo Ceat, um tradicional colégio de Santa Teresa. Este ano o homenageado da festa é Bartolomeu Campos de Queirós, o mineiro querido por todos que amam a boa literatura para crianças e jovens. A programação da Flist, nos dias 14 e 15, tem boas opções para todas as idades e transforma o bairro no destino de quem ama a literatura e a música. São dois dias de bate-papos com autores e ilustradores, inclusive Bartolomeu, lançamentos de livros, debate com especialistas em literatura, contações de histórias, shows de música e atrações para criança. Quem quiser saber um pouco mais pode dar uma passeada no blog Gato de Sofá Deita e Rola na Flist. Um programa para repetir todo o mês de maio. A gente se encontra em Santa Teresa.

quarta-feira, 23 de março de 2011

A Biblioteca de Santa Teresa continua em risco

Oi, amigos,
Tenho notícias novas da Biblioteca de Santa Teresa. Participei no sábado (19) de uma reunião com a senhora Lêda Fonseca, da Secretaria de Cultura, onde esclarecemos todas as dúvidas sobre o Decreto Municipal 33.444, de 28/02/2011 , assinado pelo prefeito Eduardo Paes, que transfere muitas das bibliotecas da  Cultura para a Educação. O texto do decreto é claro em relação à extinção da Bibliteoca de Santa Teresa, mas paradoxalmente, garantiu a senhora Lêda, ela vai permanecer aberta, agora como parte do Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.  Isso quer dizer que oficialmente nossa biblioteca não existe mais e, por isso, o esforço de quem quer vê-la com as portas abertas para o público é, agora, mudar o decreto para formalizar sua transferência para o Laurinda Santos Lobo. Do jeito que as coisas estão, sob a vigência do decreto, a biblioteca não existe mais e a informalidade de seu vínculo com a Cultura não garante a permanência de seu acervo e de servidores. Mudar o decreto é, desta forma, garantir que haja funcionários e que o acervo irá permanecer aonde está e não será mais, como o texto do decreto deixa claro, transferido para a Biblioteca do Dique, no Jardim América. Além disso, temos que garantir que ela permaneça aberta como biblioteca e não como sala de leitura – o que são duas coisas bem diferentes. A mobilização de todos foi fundamental para garantir a sua reabertura, mas esta conquista precisa ser formalizada. Vale o que está escrito e está escrito que ela foi extinta. Por isso, volto a pedir a todos que apoiem o abaixo-assinado da AMAST contra a extinção da biblioteca de Santa Teresa.
Abraços, Paloma
Infelizmente ainda não podemos ficar tranquilos em relação à Biblioteca de Santa Teresa. Por isso, reforço o pedido da Paloma. Apoiem o abaixo-assinado da Amast, que tem mais de 700 assinaturas, entre elas, a da nossa escritora Lygia Bojunga, moradora e amante do bairro.