Em matéria de livros, muitas vezes miro no que vejo e acerto no que não vejo. Foi o caso do As ciências naturais de Tatsu Nagata, editado pela Companhia das Letrinhas. Comprei pensando no Antônio, já que o livro fala de bichos, tem pouco texto e expressivas ilustrações. É claro que sabia que ainda teria que esperar um pouco para lê-lo para o Antônio, um bebê ainda, mas nunca imaginei que ia agradar ao Pedro. Logo o Pedro, que reclama quando o livro tem pouco texto, adorou. Na primeira vez que ouviu a história, fez pouco do cientista japones Tatsu Nagata, uma criação do escritor e ilustrador francês Thierry Dedieu, por ele dar singelas informações sobre a raposa, a toupeira, o crocodilo e a coruja. "Eu já sei disso tudo", resmungou, mas bem que gostou. Poucos dias depois, topou ouvir de novo, riu dos estratagemas de Tatsu para se proteger dos animais e pediu bis. Agora, volta e meia, a gente lê e vê (que delícia de ilustrações!) o caderno de anotações do grande cientista japonês, que tem cinqüenta anos e, desde criancinha, é observador da natureza. Vale a pena pelo humor, pelas cores e pela grande idéia de Tatsu Nagata, ops, de Thierry Dedieu.
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quinta-feira, 21 de maio de 2009
A grande idéia de Thierry Dedieu
Em matéria de livros, muitas vezes miro no que vejo e acerto no que não vejo. Foi o caso do As ciências naturais de Tatsu Nagata, editado pela Companhia das Letrinhas. Comprei pensando no Antônio, já que o livro fala de bichos, tem pouco texto e expressivas ilustrações. É claro que sabia que ainda teria que esperar um pouco para lê-lo para o Antônio, um bebê ainda, mas nunca imaginei que ia agradar ao Pedro. Logo o Pedro, que reclama quando o livro tem pouco texto, adorou. Na primeira vez que ouviu a história, fez pouco do cientista japones Tatsu Nagata, uma criação do escritor e ilustrador francês Thierry Dedieu, por ele dar singelas informações sobre a raposa, a toupeira, o crocodilo e a coruja. "Eu já sei disso tudo", resmungou, mas bem que gostou. Poucos dias depois, topou ouvir de novo, riu dos estratagemas de Tatsu para se proteger dos animais e pediu bis. Agora, volta e meia, a gente lê e vê (que delícia de ilustrações!) o caderno de anotações do grande cientista japonês, que tem cinqüenta anos e, desde criancinha, é observador da natureza. Vale a pena pelo humor, pelas cores e pela grande idéia de Tatsu Nagata, ops, de Thierry Dedieu.
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