Hoje, contei a primeira história de verdade para o Antônio, meu bebê, e ele ficou amarradão. Digo história de verdade por Leônidas e os carneirinhos, de Pierre Cornuel, editado pela Caramelo, ser um livro para crianças pequenas, mas sem os atrativos comuns nas edições para bebês, como texturas e sons. Leônidas é uma fábula em que um leão malvado engana carneirinhos inocentes. Mas, como toda boa fábula, o bem derrota o mal. Tomás, um carneirinho esperto, acaba descobrindo as malvadesas de Leônidas. Mas o melhor do livro são as ilustrações super bem humorados do francês Pierre Cornuel. Leônidas tem una juba de maluco-beleza e os carneirinhos são bem criancinhas. Ao fim da história, o leitor ainda é convidado a descobrir onde está o leão que fugiu desfarçado. Uma diversão para meu bebê e o irmão dele, um molecote de sete anos e ainda muita infância pela frente.
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
Um leão malvado e um carneirinho esperto
Hoje, contei a primeira história de verdade para o Antônio, meu bebê, e ele ficou amarradão. Digo história de verdade por Leônidas e os carneirinhos, de Pierre Cornuel, editado pela Caramelo, ser um livro para crianças pequenas, mas sem os atrativos comuns nas edições para bebês, como texturas e sons. Leônidas é uma fábula em que um leão malvado engana carneirinhos inocentes. Mas, como toda boa fábula, o bem derrota o mal. Tomás, um carneirinho esperto, acaba descobrindo as malvadesas de Leônidas. Mas o melhor do livro são as ilustrações super bem humorados do francês Pierre Cornuel. Leônidas tem una juba de maluco-beleza e os carneirinhos são bem criancinhas. Ao fim da história, o leitor ainda é convidado a descobrir onde está o leão que fugiu desfarçado. Uma diversão para meu bebê e o irmão dele, um molecote de sete anos e ainda muita infância pela frente.
sábado, 21 de março de 2009
Será que é mesmo um ratinho?
Sei que falo pouco de livros para pequenos. Sei disso porque sinto falta do meu pequeno Antônio no blog. Mas confesso que tenho questões com os livros destinados aos bebês. O fato de eles não aguentarem ouvir histórias com muito texto, não justifica que a maior parte dos livros para esta faixa etária seja desprovida de significado. O sentido não necessariamente se dá pelo texto, mas por sua riqueza simbólica. Isto a maior parte dos atuais livros não tem. A pobreza simbólica é que me faz refletir todas as vezes que vou a uma livraria, se o Antônio precisa mesmo de mais um livro. Mais um livro-brinquedo, mais um livro de texturas, mais um livro de pop-ups, mais um livro de sons, mais um livro de belas ilustrações, mais um livro sem significado algum... Ter muitos destes livros é igual a ter um quarto cheio de brinquedos que não acrescentam nada à vida das crianças. Por isso, mexo e remexo as prateleiras e, muitas vezes, saio de mãos abanando, me preparando para reler algum livro que ele já tem. Mas quando encontro um belo livro, fico muito feliz em poder oferecê-lo ao Antônio. Foi assim que me senti hoje ao entregar para meu bebê É um ratinho?, do ilustrador/autor belga Guido Van Genechten, pela Gaudí Editorial. A obra é belíssima, sem ter nenhuma linha de texto. O livro é um cartão que se dobra várias vezes. A criança ao desdobrá-lo vai surpreendendo-se com a transformação de um bicho em outro. Será que é mesmo um ratinho? Vale a pena entrar nesta brincadeira. E quem quiser mais, tem os outros títulos É uma rã?, É um caracol? e É um gato?.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Bebê faz cocô no trono e puxa a descarga
O Antônio ganhou no Natal um lindo livro da minha mãe que vai me ajudar muito na hora de tirar suas fraldas. Cocô no trono, Benoit Charlat, da Companhia das Letrinhas, é grande, interativo, super bem ilustrado e fala direto para a faixa etária dos fraldinhas. Um pintinho muito engraçadinho observa vários bichos fazendo cocô na privada até que resolve, ele mesmo, sentar-se no trono para fazer seu cocozinho. Ao fim, educadíssimo, puxa a descarga provocando um coro de aprovação dos outros bichos que levantam-se em uma página de pop-up. O detalhe é que o pequeno leitor aperta na descarga para ouvir seu som. Sucesso garantido com os bebês.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
A vida dos animais contada para bebês
Outro dia, na reunião de pais da turma do Antônio, meu caçula, uma mãe falou de sua dificuldade em escolher livros para para seu filho, como o meu, um bebê. Pois é realmente difícil! Como saber o que é legal entre os inúmeros títulos que as livrarias expõem com pouco texto e ilustrações bastante coloridas e chamativas? Pois o que tenho feito é tentar achar algum conteúdo, seja de informação ou afetivo, nos livrinhos que levo para meu bebê. Este Vida de tigre, Editora ABC Press, é um pequeno livro cheio de encanto. O Antônio adora ver o tigrinho na selva, nas florestas geladas, nadando, caçando, carregando os filhotes e, enfim, rugindo. Ele que ainda não fala, arrisca com sucessso um rugido de tigrinho. O título faz parte de uma coleção que conta ainda a vida das vacas, das ovelhas, dos hipopótamos, das zebras e dos pingüins. Tudo bem colorido, como gostam nossos pequenos.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Viva a casa dos beijinhos!
Tem tempo que não falo de livros para bebês. Pois bem, A casa dos beijinhos, de Cláudia Bielinsky, editada pela Companhia das Letrinhas, é uma boa pedida. O livro tem ilustrações super atraentes e interativas, convidando a criança a abrir as abas onde estão escondidos os textos. A história é singela como pedem os bebês. Neném é um cachorrinho que vai andando por todos os cômodos da casa, recusando beijinhos de vários bichos até encontrar seu irmãozinho e, por fim, os pais para os esperados e merecidos beijos. Como o livro é enorme (28cmX37cm) e impresso em papel cartão, suspeito que meu filho se sinta no teatro, quando o manuseia. É história para ser contada em voz alta, com o livro aberto no chão para permitir que o bebê brinque com ele. É livro também para irmãos brincarem juntos e para acabar em sessão de beijocas. Aqui em casa fazemos muitas guerras de beijos. O vencido é imobilizado e atacado por todos os outros com muitos beijos. Vale beijo de mãe, de pai, de marido, de mulher, de irmão ou de filho. Pois é, viva a casa dos beijinhos!
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Pedro Pingüim, um pequeno grande livro
O Antônio, meu caçula, é um fofo. Ele tem apenas um ano e meio é já é um apaixonado por livros. Nesta foto, tinha um ano e três meses e estava se divertindo com o livro Pedro Pingüim, da Difusão Cultural do Livro. Ele tem toda razão, o Pedro Pingüim é uma pequena grande obra. Fala de um pingüinzinho que não se conforma em ser preto e branco e quer ser colorido, como o macaco, a boboleta, a baleia e outros bichos. Até que entende que o legal é ser como somos. Em seu caso preto e branco, como a zebra, o panda e o texugo. Apaziguado com si próprio, Pedro finalmente fica feliz em seu bando. Além de uma mensagem bacana, o livro dá ao bebê a possibilidade de explorar cores e texturas diferentes.
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